Às vezes, abro um Voice room com o uso do aplicativo Hello Talk com o título ‘Anata to yobanaide’ (‘Não me chame de Anata(você)’). Frequentemente, iniciantes de japonêsutilizam ‘anata’ ao mencionar seu intelocutor. Seu uso não pode ser considerado errado, mas um pouco comum. É importante compreender o que é sujeito de uma frase para entender essa lógica.
Gramaticalmente, o sujeito nem sempre é o agente que realiza uma ação. Por exemplo, na frase, ‘It rains today’, ‘it’ não é considerado algo que provoca a chuva. O sujeito é um termo que determina a forma do verbo na frase. Nesse sentido, as frases japonesas não possuem um sujeito obrigatório. Os verbos de japonês não se flexionam de forma independente, sem depender de uma palavra explícita. Portanto, em muitos casos, o uso de ‘anata’ para mencionar o interlocutor é desnecessário.
Infelizmente, alguns professores explicam traduções sem abordar a lógica por trás do idioma. No entanto, o aprendizagem de um idioma vai além de simples memorização de traduções.

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