Partículas ficam nas duas colunas entre a informação e o predicado.

Ensinar japonês é desafiador para os professores, porque seus alunos podem fazer perguntas que eles nunca imaginaram. Por exemplo, um aluno so professor Takahide ezoe perguntou por que ‘学校へは行きます’ está correto, mas ‘学校はへ行きます’ está errado. Se o aluno fosse japonÊs, não haveria dúvida sobre o assunto. Porém, até mesmo a maioria dos japoneses, incluindo professores da língua, pode não conhecer uma teoria que resolva essa questão. Em japonês, existem inúmeras combinações de partículas, como ‘には’, ‘とも’, ‘ででも’, ‘からが’, entre outras.  Como um aluno de japonÊs pode lidar com esse desafio?

A gramática japonesa einsinada em  cursos regulares gerakmente é fundamentada na teoria das línguas europeias. Em geral, considera-se que a ordem da frase me japonês segue a esturutura Sujeito(S),  Objeto(O) e Verbo(V)., enquanto a ordem no inglês é Sujeito(S), Verbo(V) e Objeto(O). Na eEra Meiji, um pesquisador japonês tentou esclarecer a gramática japonesa com base em línguas europeias. Essa comparação pode ser útil para entender melhor ambas as línguas. No entanto, quando surgem tópicos incomuns entre as duas línguas, equívocos podem ocorrer. Um exemplo clássico é a dúvida entre ‘が’ e ‘は’. Essa discusão geralmente surge pelo engano de que existe um sujeito em japonês.

Enquanto a gramática tradicional muitas vezes segue referências europeias, o professor Ezoe trouxe uma abordagem inovadora ao analisar as partículas de forma independente. Ele argumentou que ‘へ’ e ‘は’ são partículas de tipos diferentes e tentou organizá-las sob o ponto de vista de suas combinações. Sua teoria foi revoucionária porque analisou e sistematizou a gramática japonesa sem referência às línguas europeias. Ele concluiu que as partículas ficam em duas colunas entre a informação e o predicado:  as da primeira coluna doram chamadas de partículas relativas (関係助詞), e as da segunda, de partículas optativas s (選択助詞). Enquanto as partículas relativas indicam a relação entre a informação e o predicado na oração, as optativas expressam sentidos implícitos, como compraçã ou adição, entre outros. Além disso, essas duas partículas podem ser combinadas, mas nunca ficam invertidas. Por exemplo, ‘学校へは行きます’ combina as partículas ‘へ’ (direção) e ‘は’ (ênfase), criando um
sentido específico na frase.

Como não consigo abordar todos os detalhes sobre o assunto neste texto, finalizo afirmando que a teoria de Ezoe transformou minha visão sobre o japonês.

 

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