Quando pego um táxi, os taxistas frequentemente me perguntam se sou japonês. Imagino que meu sotaque seja bem diferente do dos paraenses.
Na última sexta-feira, depois de fazer essa pergunta habitual, o motorista fez uma brincadeira: ‘O senhor conhece Dragon Ball?’
Seria como perguntar a um brasileiro: ‘Você conhece futebol?’
Depois disso, ele disse que ama a obra e contou que deu o nome ‘Kakarot’ ao filho, mostrando uma foto do menino vestido com um cosplay de Tanjiro.
Como achei difícil acreditar, perguntei se ele realmente conhecia o significado de ‘Kakarot’. O pai respondeu que sim. Segundo ele, não há problema, pois o filho tem um nome composto.
Durante minha estadia no Brasil, o país já me surpreendeu várias vezes. Talvez a história do Kakarot se torne uma das minhas favoritas.

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