No início, quando um amigo e eu começamos a abrir um clube de kendô, o grupo tinha menos de cinco pessoas. Foi difícil encontrar um local para os treinos. Imagino que algumas instituições não quisessem oferecer espaço para um grupo desconhecido. Por exemplo, embora o kendô seja uma arte marcial tradicional japonesa, a associação nikkei não demonstrou nenhum interesse.
Graças a Deus, o Centro Educacional Kyoko Oti (CEKO), uma escola de língua japonesa em Belém, ofereceu uma quadra para realizarmos os treinos. O espírito de ajudar os outros sem exigir retorno é algo raramente visto e, por isso, admirável.
Creio que não teríamos conquistado um resultado tão positivo no último Campeonato Norte–Nordeste sem o apoio da escola. Agradecemos a gentileza e a sinceridade do CEKO.

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